Mário Adames: dedicação à ortopedia e às ações humanitárias

Mário Adames: dedicação à ortopedia e às ações humanitárias

A Medicina não foi a primeira opção na vida do ortopedista Mário Kuhn Adames. Estudando Educação Física, ele mudou de faculdade para realizar um desejo do pai. “Fui o último filho a entrar na faculdade e era um sonho do meu pai ter um filho médico. Fiz a reviravolta e não me arrependo.” Já em relação à Ortopedia não houve dúvidas: “Por causa de traumas no futebol tive várias patologias ortopédicas e vi o quão importante era reabilitar os outros. Fiz Medicina para ser Ortopedista”, conta o médico.

Realizado na profissão, Mário Adames enumera os desafios na área e cita como principal deles a evolução tecnológica. “O mais importante é reconhecer o que é de apelo comercial e aquilo que efetivamente vai ajudar nossos pacientes.” Por isso a reciclagem, segundo ele, precisa ser constante: “Não sou o melhor nem o pior médico, mas o que o profissional que paciente teve acesso, por isso eu tenho que ser o melhor para ele.”

Com essa preocupação, o médico também se dedica ao trabalho voluntário junto a American Orthopaedic Foot & Ankle Society (AOFAS). Já foram 4 viagens ao Vietnam onde realizou mais de 100 cirurgias em crianças e também ao Haiti, logo após o terremoto que destruiu o país. “Esta é uma experiência ímpar, em que se consegue ajudar pessoas pelo simples ato de fazer o outro feliz, por um sorriso, um gesto de gratidão. Eu gostaria muito de fazer este ato de solidariedade aqui em nosso Estado, em regiões mais desprovidas de cuidados e tecnologia médica”, conta o médico.



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