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	<title>Arquivos Atividades Comunitárias - Pé Floripa - Dr. Mário Kunn Adames</title>
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	<description>Cirurgia do Pé</description>
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		<title>Dr Mario Adames participa de evento voluntário da Steps2walk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CCR Gestacom Gestacom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 15:50:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Comunitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O doutor Mario Kuhn Adames não deixa passar uma oportunidade de ajudar alguém que precisa. Em março de 2020, o medico ortopedista participou mais uma vez de um trabalho voluntario, desta vez em Porto Alegre (RS). O evento do steps2walk ocorreu entre os dias 9...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O doutor Mario Kuhn Adames não deixa passar uma oportunidade de ajudar alguém que precisa. Em março de 2020, o medico ortopedista participou mais uma vez de um trabalho voluntario, desta vez em Porto Alegre (RS).</p>
<p>O evento do steps2walk ocorreu entre os dias 9 a 13 de março sem nenhum fim lucrativo. Teve como objetivo realizar tratamentos cirúrgicos em pacientes carentes do Sistema Único de Saude (SUS), portadores de deformidades severas no pé e tornozelo, assim como o ensino e a troca de experiência com os cirurgiões locais, para ampliar as suas opções de tratamento. O programa do Steps2walk busca ampliar o conhecimento dos médicos, promovendo ajuda aos pacientes que participam do evento e a repercussão para milhares de pessoas locais e por todo o mundo.</p>
<p>A organização de pé e tornozelo steps2walk foi desenvolvida pelo Dr Mark Myerson, em 1999 nos Estados Unidos da America, como resposta a necessidade de educação e treinamento dos cirurgiões de pé e tornozelo pelo mundo.</p>
<p>Foi uma semana intensa para o doutor, que pode participar e ajudar, junto a médicos americanos Mark Myerson, Thomas Sangiovani e  David Thordanson (editor chefe do journal Foot and Ankle Internacional), o mesmo participou de varias cirurgias, as quais impactaram na melhora da qualidade de vida dos pacientes e de muitos cidadães brasileiros.</p>
<p>Ele enfatiza que este trabalho é muito gratificante, e que isto só é possível devido ao suporte o oferecido para fazer está atividade e ao ensinamento de cada paciente.</p>
<p><em>&#8220;Todos ganhamos, pois não é apenas uma ação comunitária minha mas de todas as pessoas que participam da minha vida profissional e pessoal.&#8221;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Dr Mario Kuhn Adames<br />
Ortopedia e Traumatologia<br />
CRM/SC 9083 – RQE 3735</p></blockquote>
<p>Clinica Médica Adames<br />
atendimento todas as segundas e quintas-feiras<br />
Endereço: Rua Idalina Pereira dos Santos, 67 sala 504, Agronômica – Florianópolis<br />
Telefone: (48) 3204-4848</p>
<p>Clínica Vitesse<br />
atendimentos as quartas-feiras<br />
Endereço: Av. Santa Catarina, 1352 Balneário, Florianópolis<br />
Telefone: (48) 3244-0493</p>
<p>www.pefloripa.com.br</p>
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		<title>Mário Adames: o médico vacariense que faz trabalho voluntário no Vietnã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CCR Gestacom Gestacom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Comunitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos Médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho que tem como retorno a gratidão Janeiro, mês de recomeços. Com o ano novo e as esperanças renovadas, muitas pessoas estabelecem metas, buscando dar uma guinada na vida ou, ao menos, dedicar tempo ao que consideram importante. Na lista de muitos brasileiros, está...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><em>O trabalho que tem como retorno a gratidão</em></p>
<p style="font-weight: 400;">Janeiro, mês de recomeços. Com o ano novo e as esperanças renovadas, muitas pessoas estabelecem metas, buscando dar uma guinada na vida ou, ao menos, dedicar tempo ao que consideram importante. Na lista de muitos brasileiros, está o desejo de fazer um trabalho voluntário e, assim, contribuir para a construção de uma sociedade mais igualitária. O Made in Vacaria aproveita essa motivação para revelar a trajetória de um vacariense que é voluntário no Vietnã.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aos 55 anos, o ortopedista pediátrico Mário Adames já foi quatro vezes ao país asiático, que esteve em guerra de 1955 a 1975. O que importa para Mário? Praticar a medicina humanitária.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3088" src="http://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-3-220x55.jpg" alt="" width="752" height="188" srcset="https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-3-220x55.jpg 220w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-3-768x192.jpg 768w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-3-1024x256.jpg 1024w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-3-700x175.jpg 700w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-3.jpg 1600w" sizes="(max-width: 752px) 100vw, 752px" /></p>
<h3><em>MEA CULPA</em><strong> AMERICANA</strong></h3>
<p style="font-weight: 400;">A Guerra do Vietnã foi extremamente violenta. Não é por acaso que, no imaginário coletivo, o país é lembrado com cenas de guerra, vastamente retratadas nos filmes de Hollywood. Estima-se que o Vietnã tenha sido sacudido por mais bombas – muitas delas químicas – do que todas as lançadas na Segunda Guerra Mundial. Morreram entre 996 mil a 4 milhões de vietnamitas, não há um número exato, e mais de 58 mil soldados americanos. “Acredito que os Estados Unidos promovam ações no Vietnã porque sabem que apoiaram o lado errado e buscam consertar, amenizar isso”, avalia o médico Mário Adames.</p>
<h3><strong>UMA DÍVIDA COM O VIETNÃ</strong></h3>
<p style="font-weight: 400;">O vacariense embarcou para o Vietnã pela primeira vez em 2009, em missão junto à Sociedade Americana de Ortopedia. Seu propósito inicial era estabelecer contato com médicos-referência na sua área. “Fui a vários congressos americanos, e não é fácil penetrar na Sociedade Americana. Uma das opções era participar de um programa promovido pela entidade no Vietnã. Tinha quatro vagas, e eu me inscrevi, pois sempre achei interessante fazer ação comunitária. Eu atuo em hospital público e digo que é ação comunitária também”, enfatiza.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com o trabalho no Vietnã, o vacariense conheceu ícones da ortopedia como o francês Baruk. Aprendeu muito com os colegas médicos, mas ainda mais com os vietnamitas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>“Na primeira vez, eu e um colega fizemos 70 cirurgias em 15 dias. Cada um queria mostrar mais trabalho do que o outro. É fascinante trabalhar para pessoas que você nem conhece, mas que acreditam em você para mudar a perspectiva de suas vidas. Isso me encantou. O retorno é uma reverência, um buquê de flor”, conta.</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-3091" src="http://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/redesocial2-194x220.jpg" alt="" width="426" height="483" srcset="https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/redesocial2-194x220.jpg 194w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/redesocial2-700x793.jpg 700w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/redesocial2.jpg 720w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /></p>
<p style="font-weight: 400;">O acolhimento do povo vietnamita impressionou o médico: “O Vietnã é um país de cultura apaixonante porque as pessoas são simples, são gratas, há uma inocência nelas. É encantador ver, no centro de Hanói, a população dançando coletivamente, seguindo uma única coreografia. Eles têm uma proximidade uns com os outros que emociona”. É pelos vietnamitas que Mário pensa em regressar ao país, ainda em 2020.</p>
<h3><strong>PROXIMIDADE COM O PACIENTE</strong></h3>
<p style="font-weight: 400;">O dia a dia de Mário Adames é intenso. No Brasil, ele divide o seu tempo entre atendimentos em consultório próprio e na emergência do Hospital Regional Homero de Miranda Gomes, em São José, na grande Florianópolis.</p>
<p style="font-weight: 400;">“O Hospital Regional é público e é referência em trauma, estamos na beira da BR 101”, explica. Diferente de muitos médicos queixosos do sistema público, Mário se empenha em qualificá-lo: “Sempre digo que não sou o melhor médico, nem o pior, mas sou o melhor médico a que a pessoa conseguiu chegar, então tenho que fazer o melhor pelo paciente. E quem trabalha comigo tem que fazer o melhor por eles e por mim, para que eu consiga atendê-los calmamente, com atenção”, destaca.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em São José, pelos relatos de Mário, as emergências não são diferentes da de Vacaria. <strong>“Hoje a medicina está banalizada e desestruturada. O paciente deveria ser tratado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou na Unidade Básica, mas o único lugar em que ele consegue ter acesso ao médico é na emergência do hospital. Não deveria estar na emergência, mas é onde ele conseguiu chegar. Então, temos que atender bem”, contextualiza.</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">E o que fazer com as emergências lotadas e a ineficiência do sistema? Mário acredita que é preciso investir na qualificação dos profissionais para ter resolubilidade. “Para atender bem, o profissional precisa estar preparado, atualizado”. Ele defende, ainda, aportes na medicina preventiva: “Precisamos passar da medicina curativa para a preventiva. Não sou contra os cubanos no Brasil, não sou contra médicos que fazem formação fora. Se têm competência, deveriam poder atuar. Quem não tem competência não se cria. O Brasil é um país sofrido. A gente tem capacidade de fazer uma saúde pública melhor. O que falta hoje é a regulação de atitudes médicas, de condutas”.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-3093" src="http://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-5-220x58.jpg" alt="" width="782" height="206" srcset="https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-5-220x58.jpg 220w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-5-768x202.jpg 768w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-5-1024x269.jpg 1024w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-5-700x184.jpg 700w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-5.jpg 1523w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></p>
<h3><strong>PACIENTE NÃO É NUMERO</strong></h3>
<p style="font-weight: 400;">Mário, nem precisou pensar quando o questionamos sobre o maior desafio da medicina. Foi direto: “Re-humanizá-la. Você não pode tratar o paciente como um número. Claro que todo profissional tem o limite de atendimento e, quando há excesso, o profissional dá uma pedalada. A nossa realidade é muito diferente da americana. O tempo que um médico atende um paciente lá, atendemos vários aqui. Mas paciente não pode ser pedalado, paciente não pode ser maltratado. Você tem que ajudar a resolver o problema dele”, reforça.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mário faz tais afirmações sem sinais de demagogia. Embora tímido, quando fala dos pacientes, comumente se emociona e fica indignado com o descaso: “Paciente não é número, é gente. Eu sou médico de um hospital público e ganho bem por isso. É minha obrigação atender bem”. E atender bem, para ele, é dedicar tempo ao paciente, dialogar: <strong>“Se não houver afinidade entre médico e paciente, pensamento positivo de ambos para resolver o problema, não vamos a lugar algum. Não adianta tratar a parte física sem a sincronia de pensamento”.</strong></p>
<h3><strong>SINTONIA E DISSONÂNCIA</strong></h3>
<p style="font-weight: 400;">E é a sintonia com os profissionais do Vietnã que motiva o doutor a voltar ao país asiático. “Eles têm muita vontade de aprender. Apresentam os casos mais difíceis, por vezes, esdrúxulos, para a gente resolver. Lembro-me de uma cirurgia que fiz, havia 11 profissionais me acompanhando. As pessoas lá são extremamente amáveis, olham para você como sendo alguém importante para elas”, conta.</p>
<p style="font-weight: 400;">A missão promovida pela Sociedade Americana, da qual Mário faz parte, geralmente dura 15 dias. “Parece pouco, mas é o tempo que a Sociedade estabelece para que não baixe a imunidade dos médicos e não adoeçamos”, explica. Nesses 15 dias, há muito trabalho, mas diversão também. “O Vietnã é um país lindíssimo. Aproveitamos o sábado para passear. Todo mundo deveria conhecer Halong Bay”, elogia.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas nem sempre o trabalho voluntário é harmônico. Mário já participou de uma missão no Haiti, em 2011, e se decepcionou: “Sempre que puder, voltarei ao Vietnã, mas não ao Haiti”. O médico se queixa da corrupção existente na “ajuda humanitária” no país, e diz que muitos poderosos se apropriam do caos para tirar proveito. Ele cita o ex-presidente Bill Clinton, que seria dono da telefonia no Haiti, e até um brasileiro que detém o monopólio do aço utilizado nas construções. “Em meio ao caos, tem gente em hotéis que se parecem com o Costão do Santinho. Tem canadenses, alemães lá alimentando a prostituição haitiana”, conta indignado. Mário também se entristeceu com o fato de os tratamentos serem cobrados dos pacientes.</p>
<p style="font-weight: 400;">O alerta vale para todos que buscam fazer um trabalho voluntário: é importante buscar informações sobre o trabalho que será realizado, o seu objetivo e a idoneidade da instituição que gerencia o programa. “Não é fácil organizar a agenda para sair, então tem que ser para valer”, diz o médico que gostaria de dedicar mais tempo à família e às caminhadas, único esporte que pratica atualmente. Mário mora em Florianópolis, com a esposa Majela e as filhas Caroline e Mariela.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3095" src="http://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-6-220x163.jpg" alt="" width="515" height="381" srcset="https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-6-220x163.jpg 220w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-6.jpg 718w" sizes="auto, (max-width: 515px) 100vw, 515px" /></p>
<h3><strong>DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A MEDICINA</strong></h3>
<p style="font-weight: 400;">Mário Adames graduou-se em medicina pela Universidade Católica de Pelotas e fez especializações em ortopedia pediátrica e em pé e tornozelo no Hospital São Paulo da UNIFESP. Mas a medicina não foi a sua primeira escolha profissional. “Quando menino, eu sonhava ser piloto de Fórmula1 ou, como todo garoto brasileiro, jogador de futebol”, revela. Mário adorava praticar esportes e sua paixão pelo vôlei o levou a se inscrever na faculdade de educação física. Cursou um ano de educação física em Caxias do Sul e outro em Porto Alegre.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Durante as aulas de anatomia e fisiologia, percebi que gostava mais de anatomia do que do esporte”, conta. Partiu, assim, para a medicina: “Tive de parar de praticar esportes por problemas no joelho. Fiz duas cirurgias e, durante a recuperação, a ortopedia me chamou a atenção. Fiz medicina para fazer ortopedia”.</p>
<p style="font-weight: 400;">A especialização na ortopedia infantil foi uma consequência. “Eu sempre tive uma afinidade muito grande com criança, eu chamo a atenção delas e me sinto confortável com elas. Durante a residência, eu dava plantão na clínica de meus chefes, e eles eram todos ortopedistas pediátricos. A ortopedia pediátrica já é uma especialização, e dentro dela tem divisões: pés, membro superiores, paralisia cerebral, má-formação, entre outras. Eu fiquei mais especificamente no grupo de pé, para poder dar suporte para o chefe”.</p>
<h3><strong>DE VACARIA PARA O VIETNÃ</strong></h3>
<p style="font-weight: 400;">Mário morou em Vacaria até os 17 anos, quando saiu para estudar. Morou em Caxias, Porto Alegre, São Paulo e Florianópolis. “Quando estava em São Paulo, recebi o convite para morar em Floripa e aceitei, pois me tornara pai recentemente e achei bom viver em um lugar mais calmo e, também, estar mais próximo a Vacaria”, conta.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ele visita a cidade sempre que pode. Gosta dos Rodeios e do Glória. “Quando o Glória subiu, da última vez, eu estava na arquibancada”, relembra. O filho de Adão e Ilse Adames sente muito carinho pela cidade: “Fui feliz em Vacaria. Lembro-me da praça, antes da reforma, da igreja, do parquinho, dos jogos de vôlei. Tenho o maior orgulho de ser vacariense”.</p>
<p style="font-weight: 400;">E pensa em voltar? “Dificilmente você volta a morar em Vacaria, pelo nível de especialização que você adquire. Daqui a pouco, a gente vai virar especialista que vai operar só a unha encravada do pé direito”, brinca. “Em São Paulo, quando se operavam pés tortos, eu era chamado para operar junto, pois o outro cirurgião operava só do lado direito e eu fazia o esquerdo”, explica.</p>
<p style="font-weight: 400;">A especialização de Mário o ajudou no Vietnã. “A maioria dos ortopedistas só operava adultos, e eu pude aplicar meu conhecimento com as crianças”. Mas não é por ser um especialista pediátrico que trata só crianças: “No Hospital Regional, atendemos todos”. Mas é dos pequenos que lhe vem a maior recompensa: “Se tem uma coisa que me deixa feliz é sorriso de criança”.</p>
<p style="font-weight: 400;">O oposto também acontece. “Acompanhei um menino, por anos, que nasceu com os pés tortos. Depois de muitas cirurgias e anos de vínculo, ele recebeu alta. Dias depois, matou-se. Fiquei chocado. Nessa experiência, aprendi que o vínculo com o paciente é para a vida inteira”, comenta em lágrimas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas as lágrimas são de alegria quando fala do voluntariado que faz. Se na primeira viagem o propósito era aprender, nas outras e nas futuras passou a ensinar. “É muito gratificante multiplicar o que se sabe. O que ensinamos lá se difunde para grande parte da população”, orgulha-se.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://www.madeinvacaria.com.br/marioadames/?fbclid=IwAR0ifob_E3hNK55NdHlnIOpKkAx9Cld891gAA3iVsSrvIHj4wFder9cGhWY" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.madeinvacaria.com.br/marioadames/?fbclid%3DIwAR0ifob_E3hNK55NdHlnIOpKkAx9Cld891gAA3iVsSrvIHj4wFder9cGhWY&amp;source=gmail&amp;ust=1579647076493000&amp;usg=AFQjCNESgdIPu2LkxZsSW1yDNYkM2WBOcw">por Giana Pontalti, janeiro de 2020.</a></strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3096" src="http://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-1-220x147.jpg" alt="" width="498" height="333" srcset="https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-1-220x147.jpg 220w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-1-768x512.jpg 768w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-1.jpg 1000w, https://pefloripa.com.br/wp-content/uploads/2020/01/site-1-700x467.jpg 700w" sizes="auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
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		<title>Saúde dos pés em destaque no Bom Dia SC</title>
		<link>https://pefloripa.com.br/2019/12/09/saude-dos-pes-em-destaque-no-bom-dia-sc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[CCR Gestacom Gestacom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 10:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Comunitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Saúde dos Pés &#8211; esse foi o tema da conversa do médico ortopedista Mario Adames com os jornalistas Mariana Paniz e Raphael Faraco, no Bom Dia Santa Catarina, na RBS TV, em 2017. Os cuidados com os pés, o calçado correto e os principais...</p>
<p>O post <a href="https://pefloripa.com.br/2019/12/09/saude-dos-pes-em-destaque-no-bom-dia-sc/">Saúde dos pés em destaque no Bom Dia SC</a> apareceu primeiro em <a href="https://pefloripa.com.br">Pé Floripa - Dr. Mário Kunn Adames</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Saúde dos Pés &#8211; esse foi o tema da conversa do médico ortopedista Mario Adames com os jornalistas Mariana Paniz e Raphael Faraco, no Bom Dia Santa Catarina, na RBS TV, em 2017. Os cuidados com os pés, o calçado correto e os principais problemas que podem ser identificados desde muito cedo. Acompanhe a conversa e não deixe de procurar seu médico ao sentir desconforto na região dos pés.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/FDHD5OXFJf4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>====<br />
Dr Mario Kuhn Adames<br />
Ortopedia e Traumatologia<br />
CRM/SC 9083 – RQE 3735</p>
<p>Clinica Médica Adames<br />
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<p>Clínica Vitesse<br />
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		<title>Mário Adames: dedicação à ortopedia e às ações humanitárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mk.adames]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2019 15:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Comunitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Adames]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[ortopedia]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">A Medicina não foi a primeira opção na vida do ortopedista Mário Kuhn Adames. Estudando Educação Física, ele mudou de faculdade para realizar um desejo do pai. “Fui o último filho a entrar na faculdade e era um sonho do meu pai ter um filho médico. Fiz a reviravolta e não me arrependo.” Já em relação à Ortopedia não houve dúvidas: “Por causa de traumas no futebol tive várias patologias ortopédicas e vi o quão importante era reabilitar os outros. Fiz Medicina para ser Ortopedista”, conta o médico.</p>
<p style="font-weight: 400;">Realizado na profissão, Mário Adames enumera os desafios na área e cita como principal deles a evolução tecnológica. “O mais importante é reconhecer o que é de apelo comercial e aquilo que efetivamente vai ajudar nossos pacientes.” Por isso a reciclagem, segundo ele, precisa ser constante: “Não sou o melhor nem o pior médico, mas o que o profissional que paciente teve acesso, por isso eu tenho que ser o melhor para ele.”</p>
<p style="font-weight: 400;">Com essa preocupação, o médico também se dedica ao trabalho voluntário junto a American Orthopaedic Foot &amp; Ankle Society (AOFAS). Já foram 4 viagens ao Vietnam onde realizou mais de 100 cirurgias em crianças e também ao Haiti, logo após o terremoto que destruiu o país. “Esta é uma experiência ímpar, em que se consegue ajudar pessoas pelo simples ato de fazer o outro feliz, por um sorriso, um gesto de gratidão. Eu gostaria muito de fazer este ato de solidariedade aqui em nosso Estado, em regiões mais desprovidas de cuidados e tecnologia médica”, conta o médico.</p>
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